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Advogado de policial acusado de matar George Floyd afirma que a vítima ‘se matou’

Ao Los Angeles Times, o advogado do policial fez uma declaração controversa, que trouxe o caso de volta para as manchetes de notícias.

No dia 25 de maio, George Floyd perdeu a vida depois de uma abordagem policial. O caso aconteceu em Minneapolis, Estados Unidos, e as imagens circularam o mundo. Por cerca de 8 minutos, Derek Chauvin permaneceu ajoelhado sobre o pescoço de Floyd.

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O homem repetiu algumas vezes que não conseguia respirar, mas o policial não recuou. Outros policiais participaram do caso e também respondem por homicídio, como é o caso de Thomas Lane. Lane não só não impediu a ação de Chauvin, como também afastou manifestantes.

Ao Los Angeles Times, o advogado do policial fez uma declaração controversa, que trouxe o caso de volta para as manchetes de notícias. Earl Gray afirmou que Floyd morreu por overdose e que “se matou”. O advogado ainda afirma que vai “provar no tribunal”.

Gray também diz ter tido acesso ao exame toxicológico de George Floyd e afirma que o resultado aponta presença de fentanil e metanfetamina no organismo da vítima. George foi violentamente abordado por supostamente estar tentando usar uma nota falsa de US$ 20.

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Os advogados dos outros policiais foram procurados, mas preferiram não se manifestar sobre a declaração de Earl Gray. Vídeos mostram que Floyd pediu aos policiais que não o agredissem, afirmou não ser um cara mau e se despediu da mãe.

Uma autópsia independente contratada pela família de Floyd apontou que a causa da morte foi “asfixia mecânica”. As declarações de Ealr Gray geraram revolta.

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