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Bolsonaro preocupa os beneficiários do Auxílio emergencial: ‘Não podemos continuar por muito tempo’

Na quinta-feira (02), o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, disse que o país está se endividando ainda mais por conta do auxílio emergencial.

Ao receberem o auxílio emergencial em tempos de crise e situação de vulnerabilidade por conta da pandemia do coronavírus, milhares de brasileiros puderam colocar comida na mesa, são famílias de baixa renda que estavam sem perspectiva por conta do isolamento social, medida provisória da OMS na tentativa de conter a proliferação da covid-19.

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Para ajudar a quem estava de quarentena em casa, por não fazer parte dos serviços essenciais, o governo federal em parceria com a Caixa, criou o auxílio garantindo o pagamento da primeira, segunda e terceira parcela de R$ 600 reais, como tem feito.

Porém, passou esse período e a economia e retorno das atividades laborais não se estabilizaram, visto que o vírus ainda não atingiu o pico no Brasil e continua ativo, com os números de contágio e óbitos subindo aceleradamente. Por conta disso, surgiu a necessidade da manutenção do benefício.

Avaliando a situação econômica do país e com muitas rodas de conversa e discussões, o presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, o ministro da Economia Paulo Guedes, o ministro da Cidadania Onyx e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, chegaram ao acordo de prorrogar o auxílio emergencial em mais dois meses.

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Bolsonaro então assinou o decreto e ficou estabelecido que o auxílio emergencial será prorrogado ao todo para R$ 1.200 reais por beneficiário, e serão divididos em pagamentos fracionados.

Depois de tudo documentado, assinado e divulgado na mídia e nas redes sociais, o presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, voltou a falar sobre o assunto em sua live na noite da última quinta-feira, dia 02 de junho.

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Entre diversos outros assuntos nessa live, Bolsonaro preocupado, afirmou que o país está se endividando ainda mais por conta dos pagamentos do auxílio emergencial e declarou:

“Não podemos continuar por muito tempo.”

O presidente aproveitou e desabafou dizendo que tem chegado junto aos governadores e prefeitos pedindo ajuda para que eles coloquem a economia para funcionar nos locais onde estão gerindo, para que o país saia da crise.

 

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