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Caso Isabele: Médico que atendeu adolescente morta por tiro acidental afirmou não ter visto arma alguma: ‘algo muito estranho aconteceu’

Além disso, o médico também estranhou o fato do banheiro onde Isabele foi baleada estar limpo.

Mais um depoimento dado a Polícia Civil sobre o caso da morte da adolescente Isabele Ramos tem dado o que falar. Wilson Guimarães Novais, profissional da saúde, contou a Polícia que não encontrou a arma do crime no dia em que a jovem foi morta.

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Além disso, Wilson também estranhou o fato do banheiro onde Isabele foi baleada estar limpo. A adolescente morreu por um tiro na cabeça, o que geralmente não deixaria o ambiente sem manchas e provas espalhadas do ocorrido, em decorrência principalmente do sangue.

Wilson era amigo próximo do pai de Isabele, que também era médico cirurgião. Os dois eram sócios quando o pai da adolescente morreu em um acidente no ano de 2018. Wilson foi chamado ao local pela mãe de Isabele, logo que ela soube da morte da filha.

O médico afirma que questionou várias pessoas que estavam no local sobre onde a arma estava, não obtendo nenhuma resposta. Wilson também afirma que Marcelo Cestari, pai da jovem suspeita de atirar por acidente na amiga, deixou o local. Para a polícia, ele afirmou que algo estranho aconteceu no local.

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Na casa da família de Marcelo Cestari, a polícia localizou sete armas de fogo. A arma que matou Isabele foi apreendida e passa por perícia.

O advogado de Cestari afirma que ele estava no andar debaixo quando pediu para a filha, que não teve a identidade revelada, guardar a arma. Foi nesse momento, quando teria subido sem supervisão que o acidente aconteceu.

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Marcelo foi indiciado por porte e posse ilegal de arma de fogo e também por fornecer arma para menor, no caso, sua própria filha.

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