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Caso Isabele: polícia e Ministério Público pedem internação de jovem suspeita de disparar contra a amiga

A denúncia contra a adolescente é de crime análogo ao homicídio doloso, considerado um crime hediondo. Nesses casos, o ECA recomenda a internação.

A polícia civil e o Ministério Público enviaram à Justiça a recomendação de que a adolescente suspeita de matar Isabele Guimarães seja internada. O caso agora passa a ser responsabilidade da Justiça do Mato Grosso, que pode ou não determinar a internação da jovem.

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Em depoimento a polícia, a adolescente confirmou ter sido a autora do disparo, mas alega que o tiro foi involuntário. A perícia realizada por técnicos da polícia civil contestam a versão da adolescente. De acordo com o relatório, o disparo foi efetuado pelo acionamento do gatilho.

A recomendação se dá de acordo com o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. A denúncia contra a adolescente é de crime análogo ao homicídio doloso, considerado um crime hediondo. Nesses casos, o ECA recomenda a internação.

Isabele foi morta por um tiro disparado a partir de uma das armas que o namorado da adolescente acusada havia levado. O adolescente, de 16 anos, também vai responder por ato infracionário análogo a porte ilegal de arma de fogo.

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Os adultos envolvidos no caso também vão responder pelo crime. O pai da adolescente suspeita de disparar vai responder por fraude processual, homicídio culposo, porte ilegal de arma de fogo e por ter entregado a arma a filha menor.

A adolescente acusada de matar a amiga também foi questionada sobre ter tomado banho antes da chegada da polícia. A garota tomou banho na casa do namorado da irmã, que fica no mesmo condomínio.

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