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Depois da inglesa, vacina chinesa deverá conduzir testes clínicos com voluntários brasileiros

O anúncio da parceria foi dado em 11 de junho, no Brasil. O Instituto Butantan vai ser responsável por coordenar os testes no país.

A vacina de Oxford, universidade inglesa, chegou ao Brasil há algumas semanas para a realização de testes clínicos. Isso significa que voluntários brasileiros receberam a dose da imunização para testar sua eficiência e segurança. Essa é uma etapa muito importante.

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A escolha do Brasil como parceiro não foi aleatória, muitos dados acabaram colocando o país como candidato. Há poucos dias, o governo brasileiro anunciou a parceria com a Universidade para a produção de 100 milhões de doses da vacina.

A expectativa é que o composto seja aprovada o quanto antes e comece a ser distribuído. Mas ainda são precisos alguns dados para que isso seja possível. Agora, a vacina chinesa, da empresa Sinovac, também deverá ser testada em voluntários brasileiros.

A imunização chinesa vai ser testada em 6 estados brasileiros: Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A informação foi confirmada por João Dória, atual governador do estado de São Paulo.

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O estado ressaltou ainda que a vacina depende da aprovação da Anvisa. O anúncio da parceria foi dado em 11 de junho, no Brasil. O Instituto Butantan vai ser responsável por coordenar os testes no país. A Anvisa adiantou que está conversando com o Butantan e a Sinovac.

Concretizada a parceria, o Brasil vai passar a integrar dois estudos de vacina contra a covid-19, mas é importante manter a cautela e controlar as expectativas. A parceria das instituições demostra uma espécie de corrida por uma resposta a doença.

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A expectativa de imunização contra a covid-19 segue sendo para 2021, as avaliações mais otimistas acreditam que ainda no primeiro semestre do ano já vai haver uma opção de vacina segura e eficaz contra a doença.

Os números de contaminação seguem subindo em todo mundo. Já são mais de 10 milhões de casos confirmados e mais de 500 mil mortes. No Brasil, já são mais de 1,5 milhão de infectados e mais de 60 mil mortes.

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