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Dois meses antes de alerta da babá, Monique já planejava instalar câmeras no apartamento

Informação foi obtida através do celular de Monique.

Uma informação, obtida com exclusividade pelo jornal Extra, prova que Monique já planejava instalar câmeras de monitoramento no apartamento em que morava com Jairinho e Henry meses antes do primeiro alerta da babá, Thayná.

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O primeiro relato de comportamento estranho aconteceu no dia 2 de fevereiro, ela havia começado a trabalhar na casa no dia 18 de janeiro. Thayná relatou a Monique, que não estava em casa, sobre Jairinho ter ficado trancado com Henry e o menino ter se comportado de forma estranha.

A polícia encontrou, no telefone apreendido de Monique, recados no bloco de notas. Em um dos recados, Monique havia escrito um lembrete para si mesma, onde afirmava:  “Colocação de câmera dentro de casa assistindo do celular”. O recado foi registrado na madrugada do dia 30 de novembro, as 2h46.

O texto não explicava porque, mas é possível que Monique já tivesse conhecimento, ou suspeitas, de que o filho estava sendo agredido. Outra teoria é a de que Monique tentava proteger a si mesma e não soubesse, naquele momento, das agressões contra Henry.

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Essa segunda possibilidade se baseia na argumentação da nova defesa da professora. Os novos advogados afirmam que Monique também sofria uma rotina de agressões na casa e que chegou a ser enforcada em um dos ataques de Jairinho.

A defesa tenta um novo depoimento, mas depende da autorização do delegado encarregado pelo caso. Monique esta atualmente internada após apresentar sintomas e testar positivo para a covid-19.

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