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Estudante picado por naja, suspeito de tráfico, é preso em investigação sobre crimes ambientais

De acordo com a investigação, além da cobra naja que o picou, Pedro criava outras cobras sem autorização do Ibama.

Pedro Henrique Krambeck foi preso na manhã de hoje (29) em desdobramentos da Operação Snake, que investiga supostos crimes ambientais, como o tráfico de animais. Krambeck é suspeito de integrar uma organização criminosa que traficava cobras e outros animais.

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A prisão é em caráter temporário e, por isso, tem validade de apenas 5 dias. O prazo pode ser prorrogado, a critério da Justiça. Pedro também pode responder por tentar obstruir as investigações. Além dele, Gabriel Ribeiro de Moura, 24, também foi preso.

Gabriel é suspeito de ter tentado ocultar as cobras do amigo quando o caso veio à tona. De acordo com a investigação, além da cobra naja que o picou, Pedro criava outras cobras sem autorização do Ibama. As cobras nem sequer eram da fauna brasileira.

O estudante já havia recebido uma multa de R$81,3 mil, mas também é investigado no âmbito criminal. A prisão foi feita na casa do jovem e foi acompanhada por um médico-legista que checou o estado de saúde do estudante.

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Pedro chegou a ficar em coma depois da picada da cobra e se recuperou graças a uma dose do soro, a última do estoque. A família chegou a encomendar outras doses dos Estados Unidos, mas anunciou que vai doá-las para o Butantan.

Na casa de Pedro Krambeck, a polícia encontrou evidências e em locais supostamente associados ao jovem foram apreendidas diversas cobras e outros animais exóticos, o que inclui um tubarão-lixa.

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