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Fim da investigação sobre a morte do assessor de Leonardo revela se ele foi assassinado; delegado se pronuncia

O caso foi finalizado.

Nilton Rodrigues da Silva morreu aos 60 anos de idade. Ele era o assessor e um amigo próximo do cantor Leonardo e de toda sua família. Inclusive, sua morte ocorreu dentro da ‘Fazenda Talismã’, uma das propriedades do famoso.

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A causa de sua morte foi devido a dois disparos, primeiramente, um dado em sua mão. Segundamente, um disparo na região de sua virilha. O caso chamou atenção e necessitou de investigações por parte das autoridades.

E após um longo período de análise realizado pelas autoridades, se chegou a conclusão de que Nilton morreu devido a um tiro acidental. Ele não teve intenção de se matar, mas acabou causando sua própria morte. O tiro se deu por um manuseamento inadequado de uma arma de fogo.

Gilvan Borges, o delegado que cuidou do caso, sugeriu que o Ministério Público arquivasse às investigações.

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“Concluímos que foi morte por disparo acidental de arma de fogo em que ele atirou em si próprio. Nesse caso, ninguém que estava no local é indiciado”, explicou o delegado.

Passim, como era carinhosamente chamado e mais conhecido, morreu no dia 4 de março. O final de seu inquérito ocorreu no dia 13 de abril.

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De acordo com as investigações do delegado, a arma utilizada por Passim pertencia à própria vítima e não tinha registro. Depoimentos de testemunhas alegaram que a arma era para uso pessoal, apesar de sua função não exigir o manuseamento de armas.

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