PUBLICIDADE


Grupo de pastor Everaldo teria usado laranja para lavagem de dinheiro e MPF descobre muito mais

Os investigadores já localizaram quase R$ 1 milhão em depósitos que teriam sido fracionados, inclusive em contas dos filhos.

De acordo com o Ministério Público, o grupo que era comandado pelo Pastor Everaldo teria usado laranjas e também alguns imóveis e depósitos fracionados para tentar despistar a lavagem de dinheiro que era obtida através de alguns contratos feitos com o governo do Rio de Janeiro.

PUBLICIDADE


O portal G1 divulgou informações de que o pastor e dois de seus filhos, Filipe e Laércio, foram presos sexta-feira (28), sendo que o governador do Rio, Wilson Witzel já foi afastado do cargo na Operação Tris in Idem.

Os investigadores descobriram que cerca de R$ 884 mil foram depositados de forma fracionada em contas de pelo menos duas empresas que eram controladas pelo pastor e seus dois filhos. Essas movimentações comprovariam a existência de esquemas que começaram antes mesmo de Witzel chegar ao governo.

Para o Ministério Público Federal não há dúvida de que Everaldo fez ‘dezenas de depósitos’ em dinheiro, mas sempre de forma fracionada para não deixar claro o valor total da movimentação e que essa é uma atitude típica de quando há ‘lavagem de capitais’.

PUBLICIDADE


A EDP Corretora de Seguros é uma empresa que tem os filhos e o pastor como sócios, sendo que ela recebeu mais de 170 depósitos em dinheiro totalizando R$ 741.739 no período de junho de 2015 a maio deste ano.

Ainda há a suspeita de que o pastor Everaldo comprou um apartamento na zona oeste do Rio pelo valor de R$ 2 milhões e pagou parte em dinheiro vivo. Felipe Pereira, filho do pastor, era assessor de Witzel e chegou a adquirir um imóvel por um valor bem abaixo do mercado, pois o apartamento no Recreio valia cerca de R$ 1,2 milhão, mas ele desembolsou R$ 401 mil.

PUBLICIDADE


 

Autor