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Homem é finalmente solto depois de ficar preso quase 2 meses por crime que o irmão cometeu; agora ele responde acusação em liberdade

A defesa de Wilton alega que ele estava em casa no momento do crime e o GPS do telefone celular prova a localização dele.

Ainda no mês passado, a prisão de Wilton Oliveira da Costa gerou muita polêmica. A família afirma que o homem foi preso no lugar do irmão, por um crime cometido em 2018. William, que era traficante e realizava assaltos, de acordo com a família, foi morto em fevereiro durante ação policial.

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A família mora no Complexo do Lins, onde William também morava e morreu. Apesar disso, a polícia realizou a apreensão de Wilton, e a família defende que ele não praticou o crime em 2018. O rapaz é jardineiro e estudante de educação física.

Marcelle Oliveira, esposa de Wilton e mãe de Ana Sofia, filha do estudante, defende que o marido é trabalhador e nunca se envolveu com o crime. Ele é jardineiro no Hospital Federal do Andaraí e faz curso de Educação Física, na Universidade Estácio de Sá.

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O casal esta junto há 13 anos e Marcelle afirma que o marido nunca se envolveu com crime. Ela afirma que as notificações nunca chegaram para a família, Wilton foi preso depois de “ignorar” as notificações, de acordo com a polícia militar.Por conta da pandemia do coronavírus, Wilton foi completamente isolado da família e nenhuma das tentativas de visita foram aprovadas. O rapaz, que tem uma filha de 5 anos, vai continuar respondendo pelo crime na justiça, mas agora solto.

A defesa de Wilton alega que ele estava em casa no momento do crime e o GPS do telefone celular prova a localização dele. A família precisou apelar para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que houvesse uma reavaliação do mandado de prisão.

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Em nova determinação, o juíz Marcel Laguna liberou a soltura de Wilton, alegando que “inexistem razões legais” para a prisão do mesmo. Além dos bons antecedentes de Wilton, o juíz avaliou que a única evidência da acusação é a declaração da vítima que afirma que Wilton “se parece” com o assaltante.

A suspeita de que um irmão de Wilton é o verdadeiro autor dos crimes se deve ao histórico dos dois. William, que foi morto em fevereiro, tinha o hábito de usar os dados do irmãos e até os documentos dele. Isso já provocou outros problemas ao estudante.

Wilton é citado em outros 5 processos, que nunca foram para frente porque os juízes entenderam que não havia provas suficientes contra Wilton. Por isso, a família acredita que esse seja mais um problema provocado pelo mal entendido e que William foi o verdadeiro autor do roubo.

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A família agora continua lutando para provar a inocência de Wilton, que vai continuar respondendo o processo em liberdade.

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