Homem que violava túmulo para ‘transformar’ cadáveres em ‘bonecas’ gera revolta novamente ao se recusar a pedir desculpas

Na época das investigações, Moskvin confessou que já havia violado cerca de 150 túmulos ao longo de 10 anos.

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Em 2011, o mundo se chocou com a condenação de Anatoly Moskvin. O russo havia sido descoberto vivendo com corpos de 29 crianças, que ele mesmo havia roubado dos túmulos e “transformado” em bonecas.

O caso começou a ser investigado em 2009, quando famílias muçulmanas começaram a notar que alguns túmulos estavam com sinais de vandalismo. A polícia se envolveu, mas demorou algum tempo para que todas as peças do quebra-cabeça se encaixassem.

Moskvin é historiador, tem livros publicados e já foi até mesmo professor universitário. Na época das investigações, Moskvin confessou que já havia violado cerca de 150 túmulos ao longo de 10 anos. No entanto, como o embalsamento nem sempre funcionava, ele devolvia alguns dos corpos aos túmulos.

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Os alvos eram sempre meninas muçulmanas, recém-enterradas. Na casa, haviam 29 corpos de crianças mortas. Investigadores relataram que o mau-cheiro era forte e haviam caixas de música implantados nos corpos.

Moskvin chegou a ser condenado a 5 anos de prisão, mas teve a pena convertida em internação psiquiátrica depois de provar o diagnóstico de esquizofrenia. No entanto, ele teve julgado um recurso recentemente e voltou a gerar revolta.

Anatoly alegou que precisava cuidar da mãe e que queria ver sua namorada para ter direito a sair do hospital psiquiátrico, mas teve a internação estendida por mais 6 meses depois de se recusar a pedir desculpa para as famílias das vítimas. Moskvin alegou que as famílias não tinham mais direitos sobre as crianças mortas, porque as haviam enterrado.

Roberta R

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