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Médico é acusado de oferecer atestado para os pacientes não usarem máscara

O uso do equipamento de proteção ainda continua causando polêmica e muitos são contra.

Em Belo Horizonte, Minas Gerais, o médico Sergio Marcussi é suspeito de oferecer atestados para os pacientes não precisarem usar máscaras de proteção facial em locais públicos.

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Sergio é nutrólogo e ginecologista, tem uma clínica na capital mineira e de acordo com o portal UOL, esse caso veio à tona pouco depois do deputado federal Daniel Silveira fazer uma postagem nas redes sociais.

O UOL tentou entrar em contato com o médico, mas não conseguiu nenhuma resposta a respeito desta polêmica, inclusive o profissional da área de saúde deletou seu perfil no Twitter.

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O deputado federal contou em seu perfil que estava no aeroporto embarcando para o Distrito Federal e como não usava a máscara, foi abordado. Ele explicou então que estava respaldado pela lei 14.019/20, artigo 3 e que contava com uma licença médica o autorizando a não usar o equipamento de proteção obrigatório.

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Essa focinheira ideológica tem que ser combatida“, disparou o político nesta última segunda-feira (26), marcando o médico que logo em seguida retuitou a postagem do deputado, acrescentando um comentário onde dizia: “A luta diária“.

A lei citada pelo parlamentar foi sancionada por Bolsonaro no último mês de julho, prevendo a obrigatoriedade do uso da máscara em locais públicos, assim como nos transportes coletivos.

Mas o artigo 3 desta lei prevê que o cidadão com transtorno do espectro autista, entre outras deficiências, está dispensado da obrigação de usar o equipamento de proteção, desde que apresente a licença médica.

 

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