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Medo leva metade dos russos a afirmar que rejeitaria vacina contra o novo coronavírus

Motivo da população é medo dos riscos oferecidos pela vacina.

Não é segredo que a maioria dos países espera ansiosamente a liberação de uma vacina segura contra o coronavírus. Isso porque mesmo os países que estão com os números sob controle sabem que a normalidade só será alcançada com uma vacina.

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No entanto, justamente a pressa é um dos fatores que tem levado uma boa parte da população a ter medo da vacina. Um novo levantamento feito com cidadãos russos mostra esse fenômeno. Metade dos entrevistados afirma que não aceitaria a imunização.

A principal explicação para a negativa é o medo dos possíveis efeitos do mesmo. Muitos entrevistados apontam que a vacina esta sendo desenvolvida às pressas e isso pode comprometer a qualidade. Para este grupo, a pressa pode comprometer seu desenvolvimento.

Do outro lado, cerca de 44% dos entrevistados afirmam que aceitariam a vacinação. Para este grupo, uma vacina que não fosse segura não seria aprovada pelos órgãos responsáveis. A imunização é uma das expectativas maiores da população.

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De acordo com o portal UOL, a responsável pela pesquisa, FOM, aponta que a maioria que negaria a imunização está no grupo de até 45 anos. Este grupo se sente menos arriscado em relação ao vírus. Talvez, por isso, não tenha pressa.

Outra pergunta feita aos entrevistados foi a confiança em relação a vacina que vem sendo desenvolvida pela Rússia. Para 48% dos entrevistados, a vacina russa terá boa qualidade. 20% discorda desse ponto de vista. A Rússia tem pesquisas em desenvolvimento.

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O país é um dos quais onde as informações sobre o novo coronavírus vêm sendo contestadas. Para muitos críticos internacionais, o governo russo tem divulgado números maquiados e omite a realidade enfrentada pelo país. As críticas são negadas.

Atualmente, a Rússia divulga cerca de 620 mil pessoas contaminadas pelo novo vírus, das quais foram registradas 8.969 mortes. O país anunciou, no último dia 13, a produção de uma vacina.

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