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Ministério Público investiga se Igreja Universal tem interferido no Conselho Tutelar do Rio de Janeiro

De acordo com denúncias, votações da Comissão de Ética da Instituição teriam sido fraudadas para que o número de membros da Igreja Universal em cargos de influencia no Conselho Tutelar aumentasse.

O Ministério Público do Rio de Janeiro recebeu novas denúncias contra possíveis irregularidades na gestão de Crivella no Rio de Janeiro. Denúncias apontam interferências da Igreja Universal em decisões do Conselho Tutelar.

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De acordo com denúncias, votações da Comissão de Ética da Instituição teriam sido fraudadas para que o número de membros da Igreja Universal em cargos de influencia no Conselho Tutelar aumentasse. Denúncias apontam ainda que o CT tenha desempenhado perseguição religiosa na cidade.

A prefeitura criou, em 2020, o Poder Executivo Municipal a Coordenadoria de Apoio aos Conselhos Tutelares cujo cargo foi ocupado por membro da IURD. Crivella é bispo da IURD e tem seu cargo licenciado pela Igreja.

Ahlefeld Marynoni é quem ocupa o cargo, atualmente ele está afastado por suspeita de corrupção. Marynoni é também membro do polêmico grupo intitulado “Guardiões do Crivella”, que tem realizado ações de prejuízo a reportagens de TV aberta sobre os hospitais da cidade.

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Este ano, cinco novos membros da Comissão de Ética foram eleitos e chama a atenção que todos são cristãos de denominação evangélica. De acordo com outros membros do Conselho Tutelar, o grupo passou a perseguir funcionários não-cristãos.

Um conselheiro, que não teve a identidade revelada, comentou que o projeto que supostamente está sendo colocado em prática é tanto ideológico quanto eleitoreiro. O Ministério Público do RJ agora avalia as denúncias e pode abrir investigação.

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A Prefeitura alega que o Conselho Tutelar é uma Instituição independente da gestão municipal.

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