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Mulher afirma que foi demitida porque o chefe não gostava de ouvir a voz dos filhos dela nas videochamadas

Wallace tem dois filhos, de 1 e 4 anos, e desabafou sobre as dificuldades que enfrentou durante o período de home office.

Quem tem filhos sabe que nem sempre o ambiente de trabalho é amigável, podendo muitas vezes ser exatamente o contrário. Para muitas mães e pais solo, criar filhos e atender a todas as tarefas e responsabilidades da vida profissional é um desafio dobrado.

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Dris Wallace precisou fazer home office durante a pandemia e acabou sendo demitida depois de, em suas palavras, seu chefe se incomodar com o barulho dos filhos dela nas videochamadas. Ela tem um blog sobre maternidade também.

Wallace tem dois filhos, de 1 e 4 anos, e desabafou sobre as dificuldades que enfrentou durante o período de home office. Com os filhos presos em casa, ela precisou se desdobrar para dar conta de todas as responsabilidades, mas não conseguiu.

Além das dificuldades em manter as metas atingidas, ela também começou a observar o descontentamento do chefe ao ouvir o som das duas crianças no fundo das ligações. Ela ainda afirma que o chefe começou a impor expectativas que não atendiam a realidade.

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Além de tentar atender as expectativas do trabalho, tinha que cuidar das crianças e o bebê mais novo precisava mamar, o que é algo que apenas ela poderia fazer de qualquer forma. Isso foi se acumulando, e é apontado como o motivo da demissão.

Ela conta que foi orientada pelo seu chefe a dar um jeito de manter as crianças quietas durante ligações comerciais porque ouvir som de crianças ao fundo não é profissional. É claro que essa não é uma coisa tão simples de ser feita.

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Na demissão, o argumento usado foi corte de custos, mas Wallace acredita que o motivo foi exatamente o som dos filhos durante as ligações. Em seu texto, ela ainda afirma que não poderia simplesmente trancar os filhos em um quarto durante as chamadas..

O caso da jovem estadunidense denuncia uma situação enfrentada por muitas famílias. Muitos pais e mães solo não tem apoio com as crianças e precisam trabalhar de casa.

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