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Mulher nem conseguia se olhar no espelho, até que ela ganhou um ‘rosto novo’

Alaíde Maria Mussato tinha 37 anos quando notou uma espinha enorme em seu nariz e resolveu espremê-la, só que o local logo inflamou a ponto dela precisar procurar ajuda médica. Ela precisou ser submetida a uma cirurgia que não foi bem sucedida e, depois de alguns meses, passou por uma nova operação, só que desta vez foi bem mais complexa.

Metade do rosto dela precisou ser retirado, e Alaíde nem conseguia mais se olhar no espelho porque achava que estava deformada. Após um ano, a mulher teve coragem de se ver pela primeira vez e decidiu procurar ajuda novamente.

Alaíde precisou fazer uma reconstituição de rosto através de próteses que eram fabricadas pela Fosp – Fundação Oncocentro de São Paulo. Essa entidade foi fundada em 1974 e anualmente faz 5 mil atendimentos, entregando centenas de próteses para pessoas do país e do mundo inteiro, só que agora a instituição corre o risco de fechar.

A suposta espinha no rosto de Alaíde na verdade era um tumor que não foi retirado da forma adequada na primeira vez e isto só complicou o problema. Ela ficou internada por dois meses antes de fazer a segunda cirurgia e foi uma fase muito difícil porque tinha dois filhos pequenos.

Atualmente ela usa uma prótese no rosto, feita em silicone e só quem chega bem próximo a ela é que percebe. Essa prótese é renovada anualmente para acompanhar o envelhecimento da pessoa e continuar sempre o mais natural possível.

Hoje, Alaíde teme que esta Fundação venha a fechar e ela fique sem o importante serviço, assim como muitos outros pacientes. Ela sabe que é um acompanhamento para o resto da vida e torce para que a Fosp continue de portas abertas ajudando as pessoas.

Escrito por Russel Morais

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