PUBLICIDADE


Mulher é suspeita de ter chamado funcionária de aeroporto de ‘macaca’ e resiste à prisão

Os policiais foram acionados, mas também foram desrespeitados e ameaçados pela mulher.

Nesta última sexta-feira (28), no aeroporto de Confins, uma mulher de 36 anos acabou causando a maior polêmica, chegando até a ser presa. Testemunhas disseram que ela teria praticado injúria racial ao chamar a funcionária de uma lanchonete de “macaca” e “piranha”.

PUBLICIDADE


Quando os policiais chegaram, a acusada ainda resistiu à prisão, desacatou os PMs e deu muito trabalho para ser conduzida até Vespasiano, a delegacia de plantão.

Segundo consta no boletim de ocorrência, toda a confusão no aeroporto de Confins teve início às 10h30. A funcionária da lanchonete contou que a mulher já chegou revoltada ao local. Ainda segundo a vítima, ela pediu para a agressora para se acalmar, mesmo sendo chamada de “piranha”. Porém, foi aí que ela ficou mais nervosa e então passou a chamá-la de “macaca”.

A funcionária a partir daí decidiu não aceitar mais as ofensas e foi até o posto policial, que fica no aeroporto, onde relatou aos policiais de plantão o que havia acontecido. Para surpresa dos PMs, a acusada foi até o posto também e, chegando lá, disse que era neta de militar e que os agentes do aeroporto eram folgados.

PUBLICIDADE


Além disso, a mulher afirmou que já foi presa por tráfico de drogas e ainda tentou intimidá-los dizendo que iria “tirar o sangue” deles. Imediatamente foi dada voz de prisão à cidadã e uma policial foi solicitada para verificar se havia algo escondido sob suas roupas.

Enquanto aguardavam a chegada da PM, a acusada continuou fazendo ameaças, dizendo iria matar “quem tocasse a mão nela”. Os três filhos menores da agressora foram levados para o Conselho Tutelar e o padrasto foi chamado.

PUBLICIDADE


 

Autor