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Novo ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, defende que homossexualidade é fruto de ‘famílias desajustadas’

Para o ministro, temas como acesso à internet e infraestrutura para os mais pobres acompanharem as aulas remotas não são pertinentes ao Ministério da Educação, mas ao Brasil.

No cargo há dois meses, o ministro da Educação Milton Ribeiro e também pastor evangélico, concedeu entrevista ao jornal Estado de São Paulo, gerando novas polêmicas com algumas das declarações dadas.

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Comentando alguns temas sensíveis, o novo integrante do governo Bolsonaro não fugiu dos assuntos e afirmou alguns posicionamentos que acabaram sendo criticados. Um dos temas, por exemplo, foi o contexto da educação na pandemia do novo coronavírus.

Para ele, temas como acesso à internet e infraestrutura para os mais pobres acompanharem as aulas remotas não são pertinentes ao Ministério da Educação, mas ao Brasil.

O representante ainda defende que o combate às desigualdades deve ser uma questão de todo o governo e não apenas uma responsabilidade do MEC. “A sociedade brasileira é desigual“, reconheceu.

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Sobre homossexualidade, que erroneamente Milton chama de “homossexualismo“, ele afirmou que trata-se de uma “opção“. O ministro ainda afirmou que a homossexualidade acontece apenas em “famílias desajustas”, lares onde há “falta de atenção” do pai e da mãe.

Milton comentou o tema ao falar sobre aulas de educação sexual. O político reforçou o coro defendido pela maioria do governo, e se declara contrário à “ideologia nas escolas” ao defender que não se deve discutir ideologia com jovens e que esses são temas “laterais“.

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Ainda sobre a sexualidade do aluno, Ribeiro afirma que esse “vai ter condições de optar com 17, 18 anos“. O ministro ainda declarou que “[a questão de gênero] não é normal. A biologia diz que não é normal“.

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