PUBLICIDADE


O que aconteceu com Ronaldinho? Ex-craque está preso há 4 meses no Paraguai e não há previsão de solução para a situação

As autoridades paraguaias acusam Ronaldinho de ter entrado no país usando documentos falsos e justificam a manutenção da prisão do ex-jogador como preventiva.

Você deve se lembrar que no começo de março, no dia 6, o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho foi preso no Paraguai. O ex-craque estava acompanhado do irmão, seu empresário e também ex-jogador Assis, com quem participaria de um evento.

PUBLICIDADE


As autoridades paraguaias acusam Ronaldinho de ter entrado no país usando documentos falsos e justificam a manutenção da prisão do ex-jogador como preventiva, para evitar que ele saia do país antes do caso ter sido solucionado.

Os dois foram encaminhados para um presídio de segurança máxima, onde permaneceram por um mês.

Depois desse período, o pedido da defesa dos dois foi aceito e eles acabaram sendo transferidos para prisão domiciliar e permanecem presos em um hotel até hoje.Além de cumprirem a prisão domiciliar, os irmãos também estão cumprindo as medidas de isolamento e distanciamento social, já que o Paraguai, assim como boa parte do mundo, está enfrentando a pandemia do novo coronavírus.

PUBLICIDADE


Agora, 4 meses depois, a situação dos dois segue indefinida e sem novidades. Com a pandemia, o Paraguai precisou adotar muitas mudanças para adotar o protocolo de segurança, assim como o Brasil, e isso acabou enrolando o caso dos irmãos também.

Para conseguir a liberação para a prisão domiciliar, Ronaldinho precisou pagar uma fiança de US$1,6 milhão, algo em torno de R$8 milhões. Além do uso dos documentos falsos, Ronaldinho também está sendo investigado pelo suposto envolvimento com suspeitos de corrupção no país.O advogado dos irmãos, Sergio Queiroz, questionou irregularidades no processo. Queiroz afirma que o telefone celular dos dois, Ronaldinho e Assis, foi periciado sem que nada fosse achado de comprometedor.

PUBLICIDADE


O Ministério Público paraguaio espera o fim das investigações para apresentar as denuncias à justiça. Os irmãos estão sendo investigados por uma suposta relação com uma organização criminosa que vinha sendo investigada no Paraguai.

Comentaristas questionam alguns detalhes do processo. De acordo com as leis do país, a prisão preventiva dos irmãos pode durar até 6 meses.

Autor