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Pelo terceiro domingo consecutivo, manifestantes fazem ato pró-democracia na cidade de São Paulo

Na tarde deste domingo (14), houve uma manifestação em prol da democracia e contra o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). O evento aconteceu às 14h, na Avenida Paulista, no centro da cidade de São Paulo, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

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Além dessa manifestação, defensores do atual presidente também fizeram um ato no Viaduto do Chá, também no Centro da capital paulista.

Na manifestação da paulista, havia grupos estudantis e grupos antirracistas. Além disso, também estavam presentes algumas torcidas de futebol. Os manifestantes caminharam pela avenida, no sentido Paraíso e, quando chegaram perto da estação Brigadeiro do Metrô, houve um discurso.

Até o final do trajeto, não houve atos de violência. Por volta das 16h, as pessoas começaram a se dispersar.

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Grupos Participantes

Entre os participantes da manifestação estavam as torcidas dos quatro maiores times do estado paulista (Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos). Também estavam presentes grupos como: Frente Povo Sem Medo, CMP (Central de Movimentos Populares), Somos Democracia, MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). Por fim, também participavam entidades estudantis e outros movimentos sociais.

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Durante o evento, uma faixa grande com a frase “Fora Bolsonaro” foi estendida na avenida. Os manifestantes também tinham cartazes com dizeres contra o fascismo e o racismo.

É o terceiro domingo seguido em que manifestantes fazem atos em favor da democracia na capital paulista. Na semana passada, o protesto ocorreu no Largo da Batata, em Pinheiros. O evento ocorreu após uma decisão judicial proibir atos com ideais opostos na Av. Paulista. No último dia 10, o Ministério Público de São Paulo fez um acordo para que manifestações pró e contra Jair Bolsonaro se intercalassem aos domingos.

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Coronavírus

Apesar dos organizadores pedirem para as pessoas obedecerem ao isolamento social (utilizaram um carro de som para isso), houve aglomeração. Grande parte dos manifestantes utilizavam máscaras para se proteger do vírus. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), houve a proibição de bandeiras, faixas com mastros e hastes, bastões de selfie, armas brancas e armas de fogo.

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A SSP relatou que 4.300 policiais militares fizeram a segurança do evento. Representantes do Ministério Público, da Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB) e da Defensoria Pública foram convidados pela SSP para acompanhar a ação da PM durante a manifestação.

 

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