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Praias na Inglaterra lotam acima do esperado e governo prevê nova onda de infecção por coronavírus

A Inglaterra enfrenta o pior cenário de toda a Europa Ocidental, com mais de 43 mil mortes registradas por covid-19 e ainda registra novos casos da doença.

A Inglaterra passa por um processo de reabertura depois de adotar o isolamento e distanciamento social como parte do combate a covid-19. Mas algumas atitudes dos ingleses podem acabar colocando o país em uma situação delicada em pouco tempo.

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O governo britânico determinou a reabertura de alguns espaços de lazer e práticas de exercício físico, o que permite aos ingleses a opção de ir a praia. Entretanto, ninguém esperava que milhões de banhistas lotassem as praias da região como de fato aconteceu.

O país começa a reabertura mas segue recomendando protocolos de segurança, que incluem distanciamento e uso de máscaras em locais públicos. Frentes de liderança da saúde têm alertado ao governo sobre os riscos de uma reabertura rápida demais.

A Inglaterra passa por uma onda de calor e isso resultou na ocupação impressionante das areias das praias. Apesar de liberado, a atitude dos banhistas foi criticada por muitos, enquanto outros não viram nada demais na decisão de se aglomerar na praia.

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O calor também preocupa o governo em relação aos grupos que mais facilmente se prejudicam com a mudança de tempo. A Inglaterra, assim como outros países da região, tem o frio como regra e temperaturas amenas como dias quentes.

Muitos prédios britânicos, por exemplo, não são projetados para dias de calor, o que resulta em ambientes fechados e com baixa circulação de ar. Por isso, o governo começa campanhas para orientar a população a se hidratar com mais frequência e tomar certos cuidados.

Casos de doença relacionadas a mudança de tempo podem contribuir para prejudicar ainda mais o sistema de saúde do país. A Inglaterra enfrenta o pior cenário de toda a Europa Ocidental, com mais de 43 mil mortes registradas por covid-19.

O país se aproxima dos 310 mil casos, o que preocupa as organizações nacionais de saúde, especialmente porque o governo começa a pressionar para a reabertura dos comércios, por exemplo.

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