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Sete procuradores da Lava Jato enviam pedido de demissão coletiva pedindo desligamento da força-tarefa

Sete procuradores assinam o documento e, como justificativa, eles apontam "incompatibilidades insolúveis" com a procuradora Viviane de Oliveira Martinez.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, recebeu um pedido coletivo de desligamento da força-tarefa Lava Jato. Sete procuradores assinam o documento e, como justificativa, eles apontam “incompatibilidades insolúveis” com a procuradora Viviane de Oliveira Martinez.

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A Dra. Martinez assumiu o posto na Lava Jato, em São Paulo, em março deste ano. No documento, os sete procuradores listam algumas reclamações apontadas como a explicação das “incompatibilidades insolúveis” com a procuradora.

O grupo ainda se compromete a auxiliar no período de transição, mas solicitam o desligamento da força-tarefa. Assinam o documento: Yuri Corrêa da Luz, Paulo Sérgio Ferreira Filho, Marília Soares Ferreira Iftim, Paloma Alves Ramos, Thiago Lacerda Nobre, Guilherme Rocha Göpfert e Janice Agostinho Barreto Ascari.

O grupo tinha a atribuição de cuidar dos casos desdobrados da Lava Jato em São Paulo. O grupo havia ficado responsável, por exemplo, de investigar um dos filhos do ex-presidente Lula, além de outros suspeitos de corrupção cujo a juridição era paulista.

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Para o grupo, faltou trabalho por parte da procuradora Martinez e o documento chega a citar “omissão” da profissional em relação a alguns casos que deveriam ter sido desenvolvidos pelo grupo, mas não foram.

A decisão coincide com o desligamento de Deltan Dallagnol, que foi anunciado dias antes. Dallagnol teve atuação de grande importância no desenvolvimento da Lava Jato e agora aponta que precisa se afastar para cuidar da filha, de 1 ano e 10 meses.

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