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‘Sinto que fiz tudo que podia’, patroa que deixou menino Miguel no elevador não demostra tanto arrependimento em entrevista ao Fantástico

Relembre o caso. Leal estava em seu apartamento, fazendo as unhas, enquanto o menino Miguel, que era filho de sua empregada, aguardava pela volta da mãe.

Sari Corte Leal, primeira-dama de Tamandaré, foi ouvida pelo Fantástico, um dos programas de maior audiência do domingo. Ela falou sobre o caso em que responde pela morte do menino Miguel. Ela estava responsável pelo bem-estar do menino.

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Relembre o caso. Leal estava em seu apartamento, fazendo as unhas, enquanto o menino Miguel, que era filho de sua empregada, aguardava pela volta da mãe. Mirtes estava passeando com o cachorro da família no térreo do prédio.

Segundo o que apurou a polícia, o menino chorava pedindo pela mãe e Sari “perdeu a paciência”. Ela acabou permitindo que o menino ficasse sozinho no elevador e ainda pressionou botões. A negligência resultou na queda da criança do nono andar.

Sari responde agora pelo crime de abandono de incapaz, com resultado em morte. Essa é uma tipificação diferente da tipificação para homicídio, tanto culposo quanto doloso. Se condenada, Sari pode pegar até 12 anos de prisão.A acusada participou do programa dominical Fantástico, da Rede Globo, e chocou o país com suas palavras. “Eu sinto que fiz tudo que pude”, ela responde ao ser questionada se tem algum arrependimento ou culpa. Internautas condenaram a falta de sensibilidade.

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Sari continua e então é questionada sobre o que faria diferente se pudesse voltar no tempo, ao que responde com “não sei”. “Esperaria mais, não sei”, diz ela. Sari ainda afirma que nunca agiu prevendo que a queda aconteceria.

Sari também negou que tenha apertado o botão para a cobertura antes de abandonar Miguel sozinho no elevador. Essa foi uma informação levantada pela perícia realizada no elevador. Ela afirma que apenas fingiu que estava pressionando o botão.

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Sari afirmou que fingiu que apertava o botão para tentar colocar medo em Miguel e fazer com que ele saísse do elevador sozinho. Ela diz ainda que nunca repreendeu o menino e pedia sempre que a mãe ou a avó, ambas empregadas domésticas da família, o fizessem.

Assista ao vídeo:

https://m.youtube.com/watch?v=VLKjnb-X3rU

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