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Aos 19 anos, ela já passou por 66 cirurgias e até hoje os médicos não conseguiram diagnosticar a doença

Aos 12 anos, Evans passou pelo primeiro caso de inchaço. Ela foi levada ao médico e ali começou uma maratona pela vida que dura até hoje.

Adoecer é, sem dúvidas, uma das coisas mais assustadoras que podem acontecer com um ser humano. No entanto, graças aos avanços da tecnologia e da medicina, hoje é praticamente certo que pelo menos um diagnóstico o paciente tem condições de ter.

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Digo “praticamente certo” porque a verdade é que o corpo ainda representa uma grande gama de novidades aos cientistas. Prova disso é a jovem Charlotte Evans, que convive há 7 anos com uma doença que os médicos não conseguem diagnosticar.

Aos 12 anos, Evans passou pelo primeiro caso de inchaço da vida. Ela foi levada ao hospital e ali começou uma maratona pela vida que dura até hoje. Em um dos casos, os médicos chegaram a cogitar a amputação de uma das suas pernas.

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A jovem ainda relata que precisa lidar com o preconceito das pessoas em relação às suas cicatrizes. Evans conta que já foi repreendida por estranhos que assumem que ela esteja se automutilando, o que não é o caso. Até hoje, foram 66 cirurgias e todas deixaram marcas.

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Mesmo em todos esses anos no hospital, entre idas e vindas, ela conta que os médicos seguem sem ter nenhuma ideia do que desencadeia os episódios de inchaço e dores intensas. Isso tudo resulta na perda da qualidade de vida de Charlotte.

A grande expectativa da garota é que os médicos consigam descobrir algum tratamento que a permita ter mais controle sobre a sua condição, com o objetivo de finalmente um dia ter uma vida normal.

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